segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Prison Break


Primeiramente quero esclarecer que estou muito atrasado em falar sobre esta série, já estou terminado de ver a terceira temporada e simplismente é viciante. Talvez esta série é um dos motivos da minha falta de comprometimento com o blog, me desculpem, mas ela é muito boa mesmo!

Bom, a história é sobre um homem, Burrows, que foi preso por matar o irmão da presidenta e está condenado a morrer na cadeira elétrica. Ele está em uma cadeia de segurança máxima e seu irmão Scofield, que tem certeza que ele é inocente, assalta um banco para poder ir para a mesma cadeia e fugir com Burrows de lá antes que chegue a data da execução.

Mas isso é só a primeira temporada, muitas coisas irão acontecer, e se você quiser saber, dá para baixar TODOS os episódios nesse site. Mas já vou avisando que é viciante, então tenha bastante tempo! Aproveite as férias para ver porque realmente vale a pena! E o programa da série desse site não é o media player, é o real player, mas é facinho de baixar também!

Obrigada pela atenção dispensada....

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Trabalho da faculdade

A feição do saber

Sol, calor, dia de mormaço em São Paulo, pássaros cantando e motores de carros roncando contrastam com o silêncio majestoso da biblioteca. No interior dessas paredes são guardados conhecimentos através de séculos de dedicação e estudo. Estudante pinga colírio nas vistas. Montanhas de livros ardem os olhos, quanta informação à disposição, clamando por atenção, por alguém para adquiri - lá... E mesmo assim, duas futilidades jogam conversa fora, atrapalhando quem está ao redor.
O cheiro da madeira confunde-se com o cheiro queimado dos neurônios, a reorganização dos livros nas estantes é feita constantemente enquanto alunos buscam detalhes ou, até mesmo, uma luz de idéias sobrenaturais. Letras, palavras voam soltas pelo ar, pensamentos correm e batem de frente na parede gelada. A indecisão é tanta que chega a ser palpável, o cérebro coberto de incertezas. A mente falha e vaga tem como apoio a mão, o punho, o braço, o cotovelo, a mesa brilhante de verniz. A condensação da água deixa a garrafa plástica trajada de gotículas.
Mãos racionais tilintam nervosamente canetas sedentas de inspiração. Pupilas concentradas seguem movimentos diversos, unhas desgastadas pelos dentes são roídas incessantemente. No alto, quase tocando o teto, encontra-se o estático lábaro verde, amarelo e azul; do outro lado, como no oriente, um japonês ouve seu fone de ouvido, enquanto, na sua frente, uma pilha de obras impressas.
Qual será o mistério do quarto andar? Na porta de madeira que impede o acesso, cartaz proíbe: “acesso permitido apenas para funcionários”. Mal sabem eles que a porta contra-fogo do quarto andar, que dá para a lateral do prédio, está aberta, misteriosamente aberta, acesso permitido, entre e sinta-se em casa, um belo convite para a aventura, desvendar o desconhecido e o não permitido.
O tapete vermelho das igrejas cobre a escada pomposa e suprema, sonhadoras descem por ele calma e silenciosamente, como noivas. Pela janela, plantas, folhas caídas no chão cinza e triste, a lembrança da liberdade antiga, antes do consumismo capitalista ditar aos berros as novas regras. Luz que dissipa as trevas da ignorância apenas com um toque no interruptor, piso de madeira que sustenta nossos corpos com sede de sucesso, a busca pelo texto perfeito é incessante. Caderno com linhas incompletas apavora-me, será este um texto digno? E as idéias desaparecem, a névoa se dispersa.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Cinema

É simples: a classe baixa não vai ao cinema. Ok, disso todo mundo sabe! Mas o que me espantou foi que segunda fui ver Ensaio sobre a Cegueira e paguei três reais, tudo bem que era meia, mas do mesmo jeito a inteira estava muito barata. E o que me assustou mais ainda foi que hoje fui ver A casa da mãe Joana e paguei dois reais, e não era meia, qualquer um pagava dois reais! Ou seja, a classe baixa pode ir ao cinema. E não era cinema podre não, os dois eram cinemark, o primeiro do Praiamar, em Santos, e o segundo do Litoral Plaza Shopping, em Praia Grande.

E ontem eu queria ver, mas não vi, um filme chamado Pantaleão e as visitadoras. Tem um livro, que quero ler, com esse nome, do Mario Vargas Llosa. Já li um livro dele chamado Travessuras da menina má, que gostei bastante, e todo mundo que conheço que leu também gostou. Então, esse filme, Pantaleão e as visitadoras, era de graça no Cineclub lanterna mágica, em Santos. Nunca soube da existência desse cinema, mas o maravilhoso Google me informou que ficava na Unisanta. Então, não fui porque liguei lá e ninguém atendeu e fiquei com medo de ir e não ter nada, e também, não sou do tipo de pessoa que gosta de ir ao cinema sozinha, nada contra quem tem esse hábito, de vez enquando até queria tê-lo.

Pois é... Cinema, qualquer um pode ver, o que falta é o hábito que a classe baixa não possui de se entreter culturalmente. Afinal tem filme até de graça! Tudo bem que deveria ser mais divulgado e tal, mas não podemos reclamar que não tem porque eu comprovei, três vezes, que com poucos reais qualquer um pode ver filmes bons!

É tudo questão de prioridade, há quem prefira gastar três reais numa cerveja do que ir ao cinema uma vez que seja! É apenas questão de costume, se não temos o costume, é difícil adquirí-lo!

Obrigada pela atenção dispensada...








Participação especial: Carol Guasti, que me informou o preço de uma cerveja! Não é a toa que o apelido dela é Guasti baladas!

terça-feira, 7 de outubro de 2008

O homem que tem humildade, visão e não tem medo de arriscar.


Aos 33 anos Cassius foi gerente do McDonald’s, hoje é dono de um famoso boteco e quer abrir mais dois restaurantes na orla do rio da sua cidade natal.

Disciplina, foco, concentração, flexibilidade, e antes de tudo, considerar mais o serviço ao preço, foi o que Cassius Marcelus Luiz Conte aprendeu durante os 10 anos que trabalhou no McDonald’s. Seu nome era para ser Cassius Marcelus Clay Luiz Conte, igual ao boxeador, mas sua mãe argumentou com seu pai “tira o Clay porque quando esse moleque tiver um pouco mais velho, esse Clay vai virar um gay”, então resolveram tirar para as outras crianças não tirarem sarro dele. Nasceu em Presidente Epitácio - divisa de São Paulo com Mato Grosso do Sul - onde seus pais e sua irmã moram até hoje; mas já morou no Rio de Janeiro, com os pais; em Presidente Prudente, onde fez dois anos de direito; Bauru, Araçatuba, nessas duas cidades trabalhou pelo McDonald’s; e hoje reside em Santos, onde tem um bar, restaurante, boteco – o que preferir – chamado Perto da Praia. Com um estilo havaiano e descontraído, igual ao dono, o Perto da Praia serve, em média, 150 refeições diariamente na hora do almoço, e nas noites do fim de semana atende à galera jovem santista. Também chamado de “paraíba” ou “baianinho”, Cassius tem esses apelidos, “paraíba pela minha autenticidade”, pois quando chegou em Santos seus colegas do McDonald’s chamavam ele de paraibano, baiano só porque gostava de música sertaneja, Bruno e Marrone e Zeca Baleiro, que na época não faziam sucesso, “Zeca Baleiro é legal pra caramba!” dizia, mas não paravam de tirar sarro dele, até que um dia, na frente de todos, perguntou ao Nivaldo, dono do McDonald’s se ele conhecia Zeca Baleiro, e a reação de Nivaldo foi tirar um CD do artista do mochila, Paraíba não se agüentou de felicidade, perguntou para os colegas quem era o baiano, o paraíba, que gostava de música ruim, mas seus colegas não falaram nada depois que o alemão, Nivaldo, disse para os funcionário que eles precisavam se “aculturar um pouco mais”, Pará – de paraíba – conta que foi uma das noites que ele dormiu mais feliz.
“Minha mãe não consegue lembrar o último dinheiro que ela me deu”, relembra da infância que acabou cedo, pois com doze anos já trabalhava em um fábrica de cintos. Quando era criança queria ser o Sílvio Santos, “eu sempre tive um foco pra essa veia”, referindo-se ao bom relacionamento que tem com as pessoas, com o público. Viaja bastante para terra natal, e tem planos para lá, quer abrir dois restaurantes em Presidente Epitácio, chamados “Orlinha, porque é na orla do rio”.
Enquanto era entrevistado, Paraíba não tirava atenção do negócio, “vê se o freezer da Itaipava ta ligado, Marcão!”. Descontraído, irreverente, que só conhecendo para entender, “sempre fui porra-loca”. Arrisca no futuro, os outros podem até chamá-lo de louco ou visionário, “a linha da genialidade e da loucura é a mesma, se deu certo, você é gênio, se deu errado, louco”. Aos 33 anos trabalha no boteco de manhã e a tarde, de noite estuda, está no último ano no curso de Recursos Humanos, “no meu TCC... ele é sobre o seguinte... tô montando uma empresa de consultoria na área gastronômica, com ênfase em gestão de pessoas”. Em relação ao seu negócio: “Eu tô com 19 funcionários, um botequinho desse com 19 funcionários? Tá louco? É gente pra porra!”, mas investe em cada um deles, “ontem eu tive a Anvisa aqui” para dar um curso pros empregados, “legal o curso... um monte de coisa que a gente fazia errado, agora não faz mais”, diz Marcão, um dos funcionários. “Sabe o livro O corpo fala? De linguagem corporal? Eles estão lendo para atender melhor o cliente”, assim é que se “ganha a consciência do cara”, referindo-se aos funcionários. Diz também que em cinco meses quer incluir um plano de saúde para os funcionários.
No meio da entrevista, ao lembrar das Olimpíadas, aponta para Marcão: “Brasil e Estados Unidos, você ta aonde? Liga (a TV) aí, medalha de prata”. Sempre de bom humor, trata bem a todos, não importa a classe social, escolaridade, idade, nada, pra ele todos são iguais, ninguém deve ser tratado melhor que ninguém. Pará ainda tem muitos planos, quer reformar o Perto da Praia, montar dois novos botecos, casar, ter filhos, mas ainda “to trabalhando pra isso... eu não quero ter um filho, eu quero ser pai, essa é a diferença... o dia que eu me tornar pai, eu vou puxar o freio e vou ser pai”, para ser um pai presente. Paraíba ama o que faz, já ouviu muitas histórias de pessoas que passaram por ele; pra ele, “boteco é uma filosofia do mundo”.




Esse perfil fiz para um trabalho da faculdade, sei que tem muito a melhorar, mas aos poucos consigo...


Obrigada pela atenção dispensada...

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Medo pra quê??

01/10/08 - 16:30h - Rua Hungria, 888
Eu e mais duas amigas esperando pra entrevistar, as 17h, o jurista Manuel Alceu Affonso Ferreira para uma matéria da faculdade sobre a Lei de Imprensa. Não sei qual das três tremia mais, afinal o tal entrevistado é apenas o dono da Manuel Alceu Affonso Ferreira Advogados, advogado do Pelé, Ana Paula Padrão e diversos famosos, membro-suplente do Conselho de Comunicação Social, e já fez um monte de coisas que você ficaria cansado só de ler, mas caso seja curioso, clica no nome dele aqui. Sem contar que já era a segunda vez que estávamos lá, porque na primeira chegamos uma hora atrasadas (simplismente porque fomos de ônibus, pegamos o ônibus errado e o cobrador falou pra descermos num lugar, que depois fomos descobrir, ficava a 3 km da tal Rua Hungria) e tivemos que marcar para outro dia!

Bom, o Doutor Ferreira foi super simpático, falou um monte de coisas legais, apresentou toda a família que estava nos muitos portas-retratos do "humilde" escritório dele, deu um dvd do programa que a mulher dele faz pra sei lá qual canal com um cara que é a favor de uma nova Lei de Imprensa, e também deu um cd de uma cantora chamada Cida Moreira que gravou várias músicas do Cartola! Pena que ele deu o cd pra minha amiga, só porque ela disse que era fã do Cartola, eu não sou fã, mas o cd que ele deu parecia fantástico!

Fiquei impressionada com a simplicidade do Doutor, contou várias histórias da vida dele, ficamos uma hora conversando-entrevistando, nos levou até o elevador, e está disposto a dar um palestra na faculdade sobre o direito no jornalismo!

Depois que fizer a matéria e meu professor corrigir, eu coloco ela aqui!


É... Pra você ver, esperávamos um senhor pomposo, carrancudo e arrogante e vimos um senhor que gostaria muito que fosse meu avó!


Obrigada pela atenção dispensada...

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Cemitério da Consolação

Semestre passado na faculdade tive que fazer uma matéria sobre pessoas invisíveis, sabe aquelas pessoas que ninguém repara no meio da rua, tipo lixeiro, mendigo e talz? Então, era sobre isso, e eu escolhi entrevistar um coveiro, afinal todo mundo está nem aí para ele! Como moro perto do Cemitério da Consolação fui lá numa manhã de sol com um caderninho de anotações e uma câmera fotográfica e fui atrás do coveiro. Fui lá na secretaria ver se as pessoas sabiam onde ele estava porque eu não iria ficar procurando alguém com cara de coveiro no cemitério que é gigante e também dá um pouco de medo. Para minha surpresa eu deveria marcar uma entrevista na assessoria de imprensa da prefeitura para poder falar com o coveiro! Quanta burocracia, só queria falar com o coveiro, assim parecia que eu só ia falar mal da administração! Bom, liguei para assessoria que disse que eu tinha que mandar um e-mail especificando tudo, de que faculdade que eu era e quais eram as perguntas! Fiz isso e o mais legal foi que o e-mail retornou para minha caixa de entrada, mandei vários outros e todos retornaram, liguei para lá e a mulher disse para eu tentar de novo, tentei e consegui! Mas o melhor foi que eles não me retornaram, e como boa brasileira que sou, tinha deixado pra fazer tudo na última hora! Bom, no fim não consegui e tive que enrevistar um coveiro do cemitério de Santos! Na verdade foi bem mais legal, minha mãe e o marido dela foram comigo e quando eu cheguei lá o coveiro estava fazendo a exumação de um corpo, aí ele me mostrou o canela da defunta, o crânio... tudo podre! Aí na foto tá ele segurando o crânio! Hahahaha!





Ah! E depois que eu já tinha dado a matéria pra professora eu recebi o e-mail da assessoria falando que tudo bem de eu entrevistar o coveiro!





Mas na verdade eu só estou dizendo isso porque esse semestre eu vou ter que fazer uma matéria sobre o cemitério da Consolação, porque esse ano ele faz 150 anos e lá tem um monte de obras de arte! Pois é, se não der certo dessa vez não vai dar pra fazer em Santos não, porque a matéria é sobre o cemitério da Consolação!!!!! Mas agora estou mais precavida, já mandei o e-mail pra assessoria e não falei que ia fazer uma matéria, disse que queria fazer uma visita ao cemitério! Pois é, lá tem visita monitorada para mostrar as obras de arte e os túmulos dos famoso! Bom, espero que eles me enviem a reposta rápido, né?!





Caso você queira ler a matéria que fiz do coveiro, está aqui:





Profissão mórbida também passa de pai para filho.



Há muitas profissões que passam de geração em geração, mas uma delas é pouco visada e é pequeno o número de pessoas que se disponibilizariam para tal vaga. Iberaldo Batista de Santos, 41 anos, aprendeu com o pai a profissão que exerce hoje, é coveiro do cemitério do Paquetá, em Santos, litoral de São Paulo. Quando criança ajudava o pai, gostou da brincadeira, fez uma prova para o cargo, e hoje é coveiro há 22 anos, seis deles trabalhou no cemitério do Saboó, também em Santos e os outros 16, no cemitério que trabalha atualmente. Na família Batista de Santos todos seguiram a mesma linha ao escolher uma profissão, os irmãos de Iberaldo trabalham num ramo similar ao dele, um deles é marceneiro, faz caixões, e o outro trabalha como jardineiro do mesmo cemitério que Iberaldo. “Adoro a profissão que tenho” diz Iberaldo, no cemitério do Paquetá há três ou quatro enterros por mês, pois já está lotado, só há enterro quando morre algum membro das famílias que possuem sepulcros no cemitério ou quando a gaveta já está reservada, mas o seu cliente está vivo. Iberaldo conta orgulhoso que enterrou Mário Covas e que muitas pessoas vão visitar o túmulo do governador do Estado de São Paulo, além disso, conta a história de Renata Condi, famosa pelo “crime da mala”, conta-se que ela foi assassinada e esquartejada e seu corpo estava sendo exportado do país pelo porto de Santos dentro de uma mala, mas viram sangue escorrendo e descobriram o crime, Iberaldo foi quem fez seu sepultamento. Muito simpático e falante, o coveiro disse que hoje em dia não se encontra mais dente de ouro quando vão tirar os ossos do caixão após anos do enterro, isso porque quem retira o dente de ouro do defunto é o IML, fala que não se encontra mais cabelo nas sepulturas com tanta freqüência quanto antigamente, ao contrário do que se imagina, porque ele se decompõe quando foi muito tingido, e hoje, a maioria das pessoas pintam o cabelo. Ao perguntar se é ignorado pelas pessoas que visitam o cemitério, Iberaldo afirma que, normalmente, as pessoas dão “bom dia!”, mas tem algumas “famílias de nariz empinado”, como disse ele, que não notam a presença dele, seu ex-chefe, denominado “Russo” era uma dessas pessoas que não olhava na cara dele, foi necessário que Iberaldo fosse até ele e se apresentasse como coveiro do cemitério, pois se dependesse de “Russo”, eles nunca iriam se falar. Relembrando da infância, comenta dos momentos em que ele e o irmão, Valcure Batista de Santos, varriam o cemitério junto com o pai de madrugada, eles tinham oito ou nove anos e ficavam com muito medo pois tinham que andar sozinhos pelo cemitério três, quatro horas da madrugada, e, para piorar, os gatos faziam barulho, o que assustava ainda mais. Iberaldo pretende se aposentar como coveiro, “Não tem como arranjar outro emprego, todos têm muita fila” diz ele, que está feliz com a profissão que tem, afinal, quem visita o cemitério do Paquetá sabe que este se assemelha mais com um jardim do que com um cemitério.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Browser para crianças autistas

Mesmo tendo bastante textos para ler para a faculdade eu fico fuçando notícias na internet, na sua maioria não muito interessantes!

Estava vendo que o Google vai lançar um navegador de internet e quando terminei de ler a nótícia vi aqueles links que se relacionam com a matéria acima, sabe? Isso faz você fuçar mais ainda... Mas então, nesses links vi que um vovô fez um navegador de internet pro seu neto que é autista e achei isso super legal! Lá na matéria explica tudo, veja aqui. Eu só achei que faltou o lugar onde o vovô mora, porque eu aprendi que a matéria tem que ter o lide: o que, quando, como, por que, quem e onde. Mas nesse caso eles não colocaram o onde, mas tudo bem porque pra mim isso não faria diferença.

Então, é só isso, achei muito legal mesmo esse vovô e a iniciativa que ele teve, ainda mais porque você pode baixar esse programa de graça!

Bom, meu momento de descontração acabou e tenho que ler os meus textos!

Obrigada pela atenção dispensada...