Lembra quando você era criança, mas um criança menor que as outrar crianças? Lembra quando as crianças grandes estavam brincando e você, uma criança pequena, também queria brincar? Lembra quando você era café com leite? Então, eu sempre odiei ser café com leite pelo simples motivo de não fazer diferença nenhuma a minha participação na brincadeira.
A vida de estagiário não é muito diferente! Você é estagiário, ou seja, tudo que você faz precisa de uma supervisão. E isso que estou dizendo não é uma crítica nem nada, é apenas a constatação de um fato. Tudo que o estagiário faz não é levado 100% a sério, mas não pela falta de competência do coitado, mas simplesmente porque é necessário. O estagiário está ali para aprender, então, querido, não se sinta triste se você sentir que o seu trabalho não vale muito. Porque realmente ele não vale!
Isso é normal e você pode discordar, mas é assim que acontece! E o problema é que mesmo se você for efetivado sempre terá alguém no topo da cadei alimentar. Mas aí o que você fizer não será de faz de conta, realmente irá contar.
E isso de faz de conta acontece principalmente quando você acabou de entrar na empresa, afinal ninguém conhece seu trabalho, então é bom eles fazerem alguns teste para saber se é possível ou não confiar em você. E nessa hora você precisa ter paciência! E eu, uma pessoa SUPER paciente, estou nessa fase aí. Preciso mostrar que sou confiável e se você pedir alguma coisa eu vou fazer direitinho, o máximo que pode acontecer é eu fazer milhões de perguntas para realmente não ter dúvida nenhuma sobre o que estou fazendo....
Pois é... Podiam vender pílulas de paciência na farmácia!
E você pode discordar de tudo isso! Afinal, é só o que eu acho mesmo! E como sou estagiária ninguém liga pra minha opinião, né?! ahahahh! Brincadeirinha!
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quinta-feira, 18 de novembro de 2010
sexta-feira, 19 de março de 2010
O melhor bolo de chocolate do mundo
Quarta eu fui numa doceria chamada "O melhor bolo de chocolate do mundo"!! E comi uma fatia desse tal bolo! É muito bom mesmo, mas seria bem melhor se ele custasse menos que R$ 8,90! E eu não sei se ele realmente é o melhor bolo de chocolate do mundo porque ainda faltam muitos bolos de chocolate para eu comer até descobrir qual é o melhor... Mas não se preocupem porque esse não é o meu objetivo de vida...
Sabe por que eu fui lá?? Porque na faculdade tem uma disciplina que temos que fazer um blog sobre o que quisermos, e eu e minha amiga escolhemos fazer sobre doces! Uma verdadeira desculpa para comer doces, mas que por enquanto está dando certo!
Bom, o bolo é maravilhoso, mas a doçura do momento acabou com a cara de mau humor da atendente... se quiser saber mais sobre a minha experiência com o melhor bolo de chocolate é so ver o blog que fizemos: www.clubdagula.co.cc
E seria bom se você deixasse algum comentário lá, porque assim o professor veria que outras pessoas, de fora da sala, também entraram no blog! Desde já agradeço!
olha a cara do bolo:

aqui, depois que a ogra ficou um tempinho com ele:
Sabe por que eu fui lá?? Porque na faculdade tem uma disciplina que temos que fazer um blog sobre o que quisermos, e eu e minha amiga escolhemos fazer sobre doces! Uma verdadeira desculpa para comer doces, mas que por enquanto está dando certo!
Bom, o bolo é maravilhoso, mas a doçura do momento acabou com a cara de mau humor da atendente... se quiser saber mais sobre a minha experiência com o melhor bolo de chocolate é so ver o blog que fizemos: www.clubdagula.co.cc
E seria bom se você deixasse algum comentário lá, porque assim o professor veria que outras pessoas, de fora da sala, também entraram no blog! Desde já agradeço!
olha a cara do bolo:
aqui, depois que a ogra ficou um tempinho com ele:
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Trabalho da faculdade
A feição do saber
Sol, calor, dia de mormaço em São Paulo, pássaros cantando e motores de carros roncando contrastam com o silêncio majestoso da biblioteca. No interior dessas paredes são guardados conhecimentos através de séculos de dedicação e estudo. Estudante pinga colírio nas vistas. Montanhas de livros ardem os olhos, quanta informação à disposição, clamando por atenção, por alguém para adquiri - lá... E mesmo assim, duas futilidades jogam conversa fora, atrapalhando quem está ao redor.
O cheiro da madeira confunde-se com o cheiro queimado dos neurônios, a reorganização dos livros nas estantes é feita constantemente enquanto alunos buscam detalhes ou, até mesmo, uma luz de idéias sobrenaturais. Letras, palavras voam soltas pelo ar, pensamentos correm e batem de frente na parede gelada. A indecisão é tanta que chega a ser palpável, o cérebro coberto de incertezas. A mente falha e vaga tem como apoio a mão, o punho, o braço, o cotovelo, a mesa brilhante de verniz. A condensação da água deixa a garrafa plástica trajada de gotículas.
Mãos racionais tilintam nervosamente canetas sedentas de inspiração. Pupilas concentradas seguem movimentos diversos, unhas desgastadas pelos dentes são roídas incessantemente. No alto, quase tocando o teto, encontra-se o estático lábaro verde, amarelo e azul; do outro lado, como no oriente, um japonês ouve seu fone de ouvido, enquanto, na sua frente, uma pilha de obras impressas.
Qual será o mistério do quarto andar? Na porta de madeira que impede o acesso, cartaz proíbe: “acesso permitido apenas para funcionários”. Mal sabem eles que a porta contra-fogo do quarto andar, que dá para a lateral do prédio, está aberta, misteriosamente aberta, acesso permitido, entre e sinta-se em casa, um belo convite para a aventura, desvendar o desconhecido e o não permitido.
O tapete vermelho das igrejas cobre a escada pomposa e suprema, sonhadoras descem por ele calma e silenciosamente, como noivas. Pela janela, plantas, folhas caídas no chão cinza e triste, a lembrança da liberdade antiga, antes do consumismo capitalista ditar aos berros as novas regras. Luz que dissipa as trevas da ignorância apenas com um toque no interruptor, piso de madeira que sustenta nossos corpos com sede de sucesso, a busca pelo texto perfeito é incessante. Caderno com linhas incompletas apavora-me, será este um texto digno? E as idéias desaparecem, a névoa se dispersa.
Sol, calor, dia de mormaço em São Paulo, pássaros cantando e motores de carros roncando contrastam com o silêncio majestoso da biblioteca. No interior dessas paredes são guardados conhecimentos através de séculos de dedicação e estudo. Estudante pinga colírio nas vistas. Montanhas de livros ardem os olhos, quanta informação à disposição, clamando por atenção, por alguém para adquiri - lá... E mesmo assim, duas futilidades jogam conversa fora, atrapalhando quem está ao redor.
O cheiro da madeira confunde-se com o cheiro queimado dos neurônios, a reorganização dos livros nas estantes é feita constantemente enquanto alunos buscam detalhes ou, até mesmo, uma luz de idéias sobrenaturais. Letras, palavras voam soltas pelo ar, pensamentos correm e batem de frente na parede gelada. A indecisão é tanta que chega a ser palpável, o cérebro coberto de incertezas. A mente falha e vaga tem como apoio a mão, o punho, o braço, o cotovelo, a mesa brilhante de verniz. A condensação da água deixa a garrafa plástica trajada de gotículas.
Mãos racionais tilintam nervosamente canetas sedentas de inspiração. Pupilas concentradas seguem movimentos diversos, unhas desgastadas pelos dentes são roídas incessantemente. No alto, quase tocando o teto, encontra-se o estático lábaro verde, amarelo e azul; do outro lado, como no oriente, um japonês ouve seu fone de ouvido, enquanto, na sua frente, uma pilha de obras impressas.
Qual será o mistério do quarto andar? Na porta de madeira que impede o acesso, cartaz proíbe: “acesso permitido apenas para funcionários”. Mal sabem eles que a porta contra-fogo do quarto andar, que dá para a lateral do prédio, está aberta, misteriosamente aberta, acesso permitido, entre e sinta-se em casa, um belo convite para a aventura, desvendar o desconhecido e o não permitido.
O tapete vermelho das igrejas cobre a escada pomposa e suprema, sonhadoras descem por ele calma e silenciosamente, como noivas. Pela janela, plantas, folhas caídas no chão cinza e triste, a lembrança da liberdade antiga, antes do consumismo capitalista ditar aos berros as novas regras. Luz que dissipa as trevas da ignorância apenas com um toque no interruptor, piso de madeira que sustenta nossos corpos com sede de sucesso, a busca pelo texto perfeito é incessante. Caderno com linhas incompletas apavora-me, será este um texto digno? E as idéias desaparecem, a névoa se dispersa.
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